CAMINHO DO ROUBO DOS BILHÕES 

DO DINHEIRO PÚBLICO!


É fantástico - nisso os USURPADORES (fraudaram as urnas eletrônicas e compraram milhões de votos com o dinheiro público) DO PODER são bons!

O POVO QUE SE ARREBENTA DE TRABALHAR E PAGAR AS CONTAS!

Os milhões das obras e fornecimentos e dos MENSALÕES não passam de TITICA DE GALINHA!!!!


1.997 – BNDES divulga, em 6 de março, o edital de privatização da Vale.


Em 6 de maio, a Vale é privatizada em leilão realizado na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. Participaram do leilão o Consórcio VALECOM, articulado pelo Grupo Votorantim, e o Consórcio Brasil, liderado pela CSN. O Consórcio Brasil arrematou 41,73% das ações ordinárias da CVRD por R$ 3.338 milhões em moeda corrente.
Foi mais um caso de entrega do patrimônio do povo brasileiro, por um valor altamente duvidoso, pois só a lucratividade anual dessa empresa é maior do que o valor pelo qual ela foi vendida e até hoje não temos a confirmação desses pagamentos, além dessa venda não ter servido nem um pouco para os fins que se preconizava na época, a diminuição da dívida pública, que só aumentou desde então, estando hoje em valores astronômicos, ultrapassando a casa de 3 trilhões de reais, muitos e muitos zeros = R$ 3.000.000.000.000,00.

NÃO PASSOU DE MAIS UM ATO DE PIRATARIA DOS GOVERNOS COMUNISTAS - quem manda na VALE hoje são os Usurpadores do Poder, com o BNDES, os Fundos de Pensões dominados pelos petralhas e o BRADESCO (empresa amiga mafiosa - hoje manda no Ministério da Fazenda)

  Na realidade, o comissário FHC colheu os frutos dos trabalhos dos Governos Militares, recebendo uma rica e eficiente infraestrutura já plantada no Brasil, e a vendeu, ou “doou” a grupos de empresários inescrupulosos e seus amigos, para encher os bolsos particulares deles, dos políticos e dos partidos políticos de esquerda (comunistas), de seus órgãos comunistas, e pior, usando o dinheiro público do tesouro, por intermédio do BNDES, para financiar todas essas aquisições, e assim, inchando a dívida brasileira, no que foi seguido exemplarmente por seu afilhado Lula.

No Brasil, o processo de desestatização consistiu principalmente em tornar o Estado um “sócio minoritário”, pois grande parte das empresas já eram de capital aberto e negociadas em bolsa de valores, mantendo-se o Estado brasileiro, através do BNDES, como sócio, mas agora, minoritário.

Vamos tentar entender melhor o que realmente aconteceu no Brasil de FHC, Lula e Dilma:
a)    O Brasil possuía dois sistemas nacionais de serviços públicos que foram altamente desenvolvidos nos Governos Militares e tiraram o País de um atraso secular, em energia, telecomunicações: o sistema TELEBRAS, das telecomunicações e o Sistema ELETROBRAS, da energia, muito eficientes, sérios, com planejamento sempre para mais de 20 anos à frente, e administrados como empresas de economia mista com ações negociadas em Bolsas de valores e altamente valorizadas.
b)    O Brasil havia implantando um moderno sistema viário com boas e excelentes estradas e autoestradas, que permitiam à sua frota de transportes cruzar todo o País, e aos cidadãos fazerem viagens tranquilas e seguras, além de estarem implementando um moderno sistema de metrôs nas maiores capitais dos Estados.
c)    O Brasil possuía uma excelente indústria aeronáutica, com a EMBRAER, em torno da qual cresciam várias outras indústrias fornecedoras. O mesmo com a indústria de material bélico, como a IMBEL, ENGESA, e outras. Todas elas eram bem reconhecidas mundialmente e geravam uma boa exportação.
d)    O Brasil era dono de duas das maiores empresas do mundo na área de mineração e siderurgia – a Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional. Existiam outros órgãos e empresas que também foram privatizados, mas não se faz necessário abranger a todos.
e)    No governo FHC, privatizaram todas essas empresas, com a principal justificativa de se diminuir a Dívida Pública do País, e como preconiza a boa e séria economia, torná-las mais eficientes, reduzir despesas do Estado e gerar receitas, com o que concordo, desde que tudo seja feito com total transparência e que o cidadão, o verdadeiro dono das empresas, não perca seu dinheiro, nem seja roubado.
f)    Mas como qualquer brasileiro de conhecimento médio sabe, o Estado perdeu (ou seja, os cidadãos brasileiros perderam) seu patrimônio, sua eficiência, e a Dívida aumentou explosivamente.
g)   Privatizaram primeiro as empresas altamente rentáveis e lucrativas, como a VALE e a CSN, depois todas as de telecomunicações, e em seguida as do sistema de energia. Seus vencedores, em leilões nebulosos e amarrados, foram todos amigos do “rei e da nobreza” e praticamente não colocaram dinheiro algum nos cofres do Estado, muito pelo contrário, utilizaram-se do dinheiro público – o financiamento do BNDES – e dos grandes fundos de pensão PREVI, PETROS E FUNCEF, totalmente dominados por sindicatos e políticos. 
h)    Com esse sistema de “piratização” das empresas do governo, os partidos políticos que dominam o governo permaneceram com enorme poder sobre essas empresas até hoje. A maioria delas mantém em sua estrutura Conselheiros, que são designados pelo Estado, com salários de 20 a 50 mil reais mensais, somente para participar de 1 ou 2 reuniões por ano. E a maioria dos seus Diretores e chefes de primeiro escalão são indicados politicamente, em nível muito maior do que quando eram empresas públicas, quando estes eram oriundos do quadro de carreira das empresas, com ingresso mediante concurso público.
i)     Como a maioria das empresas privatizadas são concessionárias de serviços públicos, inverteu-se toda a teoria de economicidade do Estado, ao se criarem novos e abusivos cabidões” de empregoas Agências Reguladoras, que também não possibilitam às referidas empresas “privatizadas”, ou piratizadas, como queiram, funcionar como verdadeiras empresas privadas.
j)     “Privatizaram” também as melhores rodovias nacionais e estaduais, do mesmo modo, e ainda pior, além dessas novas “donas” das rodovias receberem de mão beijada estradas prontas e bem cuidadas, tiveram as benesses de altos pedágios e ainda muitas obras de melhorias foram, ou são, realizadas com verbas do Estado ou com financiamento do BNDES.
k)    Assim, todos os amigos do “rei e da nobreza” ganham, e perdem os cidadãos brasileiros, o seu patrimônio e o seu dinheirinho deixado nos pedágios e nos impostos, para se manter todas essas mamatas criadas.
l)     E perdem muito mais, porque o Estado abandonou os contribuintes a própria sorte, com péssimos serviços e atendimento, das empresas telefônicas, elétricas, de fornecimento e distribuição de gás e de água, e convivendo com rodovias deterioradas e abandonadas, deixando o governo de cumprir seu papel nas estradas não privatizadas (porque será?), sem “royalties por fora” dos pedágios.
m)   Só no período do governo FHC, a Dívida Pública Total passou de 87,8 bilhões para 1.103,90 bilhões (aumento de mais de 1 trilhão) e no governo Lula/Dilma, até 2.012, pulou para 2.887,40 bilhões (aumento de quase 2 trilhões – hoje já ultrapassou isso). Ver tabela.

a)   A grande prova de que a privatização foi só de mentirinha, acabamos de assistir ao vivo e a cores recentemente, com a grande interferência do governo e sindicatos (fundos de pensões) na Vale do Rio Doce e na PETROBRÁS, onde até mudaram o nome da mineradora somente para VALE.  VALE o que? Muito dinheiro para o “rei e sua nobreza”? E a grande interferência nas teles, principalmente na TELEMAR (OI), patrocinadora da fortuna do “lulinha”. A Vale não vale mais nem a metade de seu valor anterior à “privatização”, assim como a Petrobrás.

Portanto, cidadãos brasileiros, ludibriados e assaltados, podemos concluir que nunca ocorreu no Brasil uma privatização, mas sim uma pirataria. Promoveram saques e pilhagens em nossas empresas estatais (ao Brasil) para obterem riquezas para os partidos, políticos e amigos, e poder de comandar o Estado para sempre. Todas as empresas continuam nas mãos do Estado, por intermédio da maior parte de seu capital em posse do BNDES e Fundos de Pensões, com suas diretorias comandadas por quem manda no Governo.

 Aí dirão os petralhas mais radicais e ladrões:O PT não privatizou!

Fez muito pior, cidadãos brasileiros, pois nós bancamos a criação de muitas e grandes empresas privadas, totalmente com os nossos impostos e o aumento explosivo da Dívida (veja na tabela abaixo o aumento durante o governo comunista Lula) por intermédio do BNDES, tais como todas as empresas X do Eike Batista, a JBS-FRIBOI, que agora será “dona” da DELTA, maior lavadora do dinheiro público nos últimos anos, da Gerdau, da rede Globo, Record, TVS, Bandeirantes, do Grupo Votorantim, e muitas outras que possuem mais da metade do seu capital bancado pelo BNDES. Todas essas empresas atuam como laranjas do poder político ditatorial do Brasil.

De onde vem o dinheiro do BNDES? Do Tesouro Nacional, ou seja, do Governo. E de onde vem o dinheiro do Governo? Dos cidadãos brasileiros contribuintes e do endividamento contratado pelos últimos governantes, para serem pagos, quem sabe, por nossos tataranetos! Só dá gente grande nessas transações obscuras, e todas altamente corruptas.

Como vimos, somente por esta pequena demonstração, com fatos e dados reais, baseados em informações oficiais do Ministério da Fazenda e do BNDES, e nas denúncias oficiais e reportagens divulgadas recentemente, os nossos próprios governantes, nos últimos 30 anos, têm sido os piratas que estão pilhando o nosso patrimônio, o Estado, e não tem sido com a famosa corrupção divulgada no dia a dia da mídia (também corrupta), de 10 a 30% de propinas, em contratações públicas, principalmente em obras públicas, mas de pilhagem de bilhões e bilhões, por intermédio de um plano macabro, via BNDES e Fundos de Pensões, o que levou o País a criar uma gigantesca Dívida Pública para nossos filhos, netos e futuras gerações, que já ultrapassou a casa dos 3 trilhões (3.000.000.000.000,00).

Não sou nem um pouco contrário à teoria econômica de privatização e de diminuição do tamanho do Estado, tanto burocraticamente, como empresarialmente, mas sou totalmente contrário à entrega corrupta de bens do País e do povo, de sua pilhagem, e de privatização de serviços onde não possa existir a concorrência pública, assim como o abastecimento d’água, a distribuição da energia, a administração das rodovias e ferrovias, ou do sistema de aviação civil e administração dos aeroportos.   


Euro Brasílico Vieira Magalhães - 13 de janeiro de 2.015.
UM BRASIL MELHOR PARA NOSSAS FUTURAS GERAÇÕES!

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