OS COMANDANTES DAS FORÇAS ARMADAS
E O BANDO
QUE ARRUÍNA A REPÚBLICA!
Observações de uma grande cidadã
brasileira sobre a prática predatória da Nação e a hipnose de agentes do Estado.
Uma esperança de salvação, mesmo
que tardia: Um Manifesto elaborado e divulgado por uma mulher de fibra. Os três
Comandantes da FFAA não ficarão incólumes pela sua subserviência aos governos comunistas
e pela sua traição à Pátria.
Euro Brasílico Vieira Magalhães
Não representaram!
Aileda
de Mattos Oliveira* (11/1/2015)
Para qualificar O BANDO que arruína a República, não há
segredo. Qualquer adjetivo derivado de ‘GATO’
ou ‘RATO’ cai-lhe bem, embora soe como elogio à estética comportamental
petista, por ajustar-se à sua norma de agir, conforme a teoria da inversão de
valores. Doloroso é ter que opinar sobre pessoas forjadas em outra escala de
valores e que, convivendo com a escatologia governamental, submeteram-se, com
sorrisos e mesuras, aos que reverenciam símbolos antagônicos aos nossos.
Ministério da Defesa!
QUE MINISTÉRIO, se não há capacitado ministro, especialista,
comprometido de corpo e alma com a integridade da Nação?
QUE DEFESA, se o propósito do governo é eliminar as fronteiras
nacionais como cumprimento ao TRATADO
LESA-PÁTRIA de integrar o território à “Pátria Grande”?
Mais uma GROTESCA IDEIA BOLIVARIANA de um ‘Império Comunista’, à custa da
liberdade, das riquezas, das tradições, da língua, dos interesses brasileiros.
Apesar dessa pública e violenta
afronta à soberania do Brasil, não houve, em favor das Forças Armadas, nem em
defesa da unidade nacional, uma atitude firme de CONDENAÇÃO AOS DANOSOS ATOS GOVERNAMENTAIS, provinda da indignação
dos três Comandantes, ora em fase de substituição, PARALISADOS POR HIPNOSE ou pela MALDITA
SUBSERVIÊNCIA. Acreditam em Deus, mas preferiram postar-se ao bezerro de
ouro.
Somos levados à suposição de que
SE IRMANARAM À MATILHA DO PODER e
transformaram o juramento de defesa da Pátria EM PERJÚRIO, TRAINDO-A SEM PUDOR, com a mesma dura indiferença
daqueles a que serviram.
Fizeram uma opção política. Para
o Comandante do Exército “Nós vivemos há muitos anos em um ambiente de absoluta
normalidade”. Esse REPULSIVO BEIJA-MÃO
VERBAL talvez lhe tivesse estendido mais algum tempo no cargo.
Nessa capciosa afirmação de que
vivemos “em absoluta normalidade”, ficaram evidenciadas: a sua ADESÃO À MENTIRA INSTITUCIONALIZADA; a
concordância com o COMPORTAMENTO AÉTICO E
AMORAL do governo, DEGRADANDO a
população, já pouco afeita a respeitar valores e a acatar normas; a ANUÊNCIA com os objetivos
ideológico-partidários do governo; a ACEITAÇÃO
DA INTERFERÊNCIA DO FORO DE SÃO PAULO, órgão transnacional, na política e soberania
brasileiras; a CONCORDÂNCIA COM A
CORRUPÇÃO SEM LIMITES e com o DESVIO
DO DINHEIRO PÚBLICO para países de igual ideologia; a conformidade com a
liberação das fronteiras ao submundo estrangeiro.
Eis a razão para terem SILENCIADO NA DEFESA DO BRASIL, para
terem se OMITIDO na exigência de o
País ter Forças Armadas, preventivamente adequadas às necessidades de defesa do
nosso imenso território e, consequentemente, a inclusão delas no rol da elite
das Forças Permanentes, pela qualidade profissional de seus militares.
Eis a razão para, inversamente,
terem acatado as intervenções do governo nas comemorações de datas militares e
na simbologia da caserna; na concessão, em solenidade pública, de Medalha a
terrorista e a sua não devolução.
ABÚLICOS GENERAIS, como assim requer a cúpula petista, mas, ágeis
foram na transmissão, como arautos do Executivo, das frases de efeito que a
‘senhora’ desejava ouvir.
O ‘representante’ da Marinha, OFENDEU as Corporações Militares nesta
declaração alienada: “(A Comissão Nacional da Verdade) cumpriu o papel dela.
Fez um relatório que nós ainda não tivemos oportunidade de nos debruçar”.
Continua, de maneira servil: “As Forças Armadas estão aguardando o que ela
(Dilma) disse, que vai se debruçar sobre o relatório”
Traduzindo essa algaravia: os
Comandantes aguardavam o que a ‘senhora’ lhes determinasse, para que
transmitissem à imprensa, como se fosse um consenso do trio, isto é, mais uma
concordância à letra ignóbil da CNV.
Comprovação total de que SERVIRAM AO GOVERNO, A UM PARTIDO,
quando AO ESTADO FORAM DESTINADOS A SERVIR. Tornou-se, assim, UMA TRAIÇÃO falar em nome das Forças, nivelando-as na linha de
bajulação de suas palavras. CURVARAM-SE,
ABANDONARAM A ESTATURA MILITAR, A INDEPENDÊNCIA DE PENSAR, A CORAGEM DE AGIR.
UMA VERGONHA! Uma vergonha! Uma vergonha!
A patenteada leniência nos
sorrisos levianos e repugnantes refletia a VASSALAGEM
COM QUE BRINDAVAM A ‘CHEFE SUPREMA’, mas não impediu que ela, em
contrapartida, dedicasse-lhes total indiferença. Tanto que OCUPAVAM PALANQUE À PARTE, na data magna da Independência.
A aceitação tácita dessa ofensa,
dirigida particularmente ao Exército, PRINCIPAL
ATOR NA FORMAÇÃO DO BRASIL, foi considerada um ESCÁRNIO ÀS FORÇAS e à parte da sociedade esclarecida.
Lá estavam os Dragões, nos
longes tempos da Independência, parte atuante do nosso Exército, desrespeitado,
hoje, pela FACÇÃO JÁ DENOMINADA
“CRIMINOSA” e pelos que, sem perfil de representantes militares
permaneceram, como escolta, na retaguarda de sua presidente. Se no cargo
ficassem, estariam na rasteira do INIDÔNEO
NEPOTE, recém-empoleirado no MD, intencionalmente, para agravar a
desmoralização das Forças. Para eles, nada mais que um nome.
Pouco lhes importava que A ‘SENHORA’ TIVESSE UM PASSADO (e um
presente) DE LUTA CONTRA O BRASIL e ODIASSE OS MILITARES obedientes à
Carta, por terem defendido o País de suas ações criminosas.
Militares cônscios, diferentes
desses três senhores que, silenciosos, pareciam defender, apenas os interesses
próprios, e o dela, ré confessa.
Versões históricas lembrarão os
seus nomes. A da esquerda, que os citará como PRESAS FACILMENTE ENREDADAS na urdidura petista, mas repelidos pela
facção, e criticados como omissos representantes das próprias Corporações. A de
isentos historiadores, que não terão clemência em pospor a seus nomes o epíteto
de ‘TRAIDORES DO BRASIL’. Negaram-se
a defendê-lo, faltou-lhes ousadia, substituíram a coragem e a austeridade da
caserna pelas FACILIDADES DA POLÍTICA
CANALHA. Olavo Bilac já falara sobre isso, em 1916, aos próprios militares.
Acomodaram-se ao cargo, culminando
na SERVENTIA TOTAL AOS APÁTRIDAS, aos
DECLARADAMENTE INIMIGOS DO BRASIL.
Mantiveram-se como BUROCRATAS,
PORTA-VOZES DA INIMIGA FIGADAL do País, que deseja desnacionalizá-lo,
transformando-o no imenso garimpo bolivariano, pois o “Brasil é o país de
todos”. O mais grave: até então, sob a abjeta concordância deles, Comandantes,
pois estamos vivendo “em absoluta normalidade”.
Esta é a minha análise
retroativa, apoiada em FOTOS, NOTÍCIAS E
DECLARAÇÕES das próprias personagens, felizmente, tomando o rumo de casa.
Aileda de Mattos Oliveira - Dr.ª
em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa.

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