SENHORES GENERAIS! HOJE É O DIA DO EXÉRCITO!
O POVO E A PÁTRIA PRECISA DO BRAÇO FORTE!
Nós, o Povo e a Pátria precisamos ao máximo do braço forte de nossas Forças Armadas!
Basta de HIPOCRISIA!!! Basta de ameaças!
Basta de opressão e prisões de cidadãos de bem!
Queremos nossa liberdade e nossos direitos de cidadãos de volta!
Queremos trabalhar!!! Queremos nossos empregos!!!
Queremos nossa Pátria livre e com perspectiva de futuro para nossos filhos e netos!
O que menos interessa para os inimigos da Pátria, que ocupam o Legislativo e o Judiciário é o Brasil! Para eles, conforme definido pelo maior corrupto do mundo, criminoso e traidor da Pátria, LULA da SILVA: “O ESTADO NACIONAL DEIXA DE EXISTIR... Em seu lugar, funciona o continente comunista, subordinado ao Foro de São Paulo”,... e sugeriu o fascismo, nazismo, etc..., lançando em 2020, em todo o Brasil, além das ameaças do MST e dos Sem Tetos, os ataques dos terroristas, que agora eles chamam de “defensores da democracia - os ANTIFAS”.
E querem transformar os Cidadãos de Bem, que exercem seus direitos de liberdade e de expressão, em manifestações pacíficas e ordeiras, ou por intermédio da mídia social, expondo as verdades que todo o mundo e pessoas esclarecidas estão vendo, em bandidos e terroristas como têm sido os Governadores, Prefeitos, Juízes, Partidos e Políticos.
POR QUE ACEITARAM a anulação das condenações de um traidor da Pátria, genocida e maior corrupto do mundo, como o Lula, que já deveria ter sido fuzilado ou enforcado em praça pública?
POR QUE ainda NÃO FECHARAM todo o Poder Legislativo em todo o Brasil, o STF e o STJ, e NÃO INTERVIRAM em todos os Estados, Antirrepublicanos, Totalitários e Opressores do seu Povo?
POR QUE não dão um basta imediato nessa loucura da politicanalha? Estão esperando uma Guerra Civil, com o POVO lutando nas ruas para reconquistar seu Poder usurpado?
Hoje é o DIA do EXÉRCITO! 19
de abril de 1.648 – 373 anos.
Transcorria o dia 19 de abril de 1.648. Dois mil e quinhentos cidadãos-soldados luso-brasileiros derrotaram cinco mil militares holandeses. Era a sonhada vitória decisiva. Segue-se a segunda vitória em Guararapes. Um ano depois, outros combates e, finalmente, a capitulação do invasor na Campina do Taborda, em 1.654.
Porém, o mais notável do pensamento de Maquiavel refere-se a um dos maiores engodos das últimas décadas em todo o mundo, o liberalismo de Estado, que tem levado a economia mundial a um grande descontrole e os mercados financeiros mundiais à loucura, encenado por políticos e economistas conceituados, provavelmente obedecendo a algum plano diabólico - e não maquiavélico -, pois o próprio Maquiavel, há 500 anos atrás já alertava aos governantes sobre esse perigo. “Querendo manter entre os homens a fama de liberal..., um príncipe (governante)... terá necessidade de onerar extraordinariamente o povo com impostos, ser duro no fisco e fazer tudo aquilo que se possa, para obter dinheiro... Não podendo usar essa qualidade de liberal sem sofrer danos, deve, se for prudente, não se preocupar com a fama de miserável (seria conservador e econômico) porque, com o decorrer do tempo, será considerado sempre mais liberal, ao verem que com sua parcimônia, a receita lhe basta, pode defender-se de quem lhe move guerra e pode realizar empreendimentos sem onerar o povo.”
No Exército, os oficiais portugueses ocupavam os postos mais altos e os brasileiros os mais baixos, com acusações pelos brasileiros de que os portugueses eram autoritários e arrogantes, e estes acusavam os brasileiros de despreparados. A situação na Marinha era pior, porque praticamente todos os postos eram ocupados por portugueses.
Com o retorno de D. João VI para Portugal, a insubordinação cresceu, com os brasileiros se recusando a aceitar as ordens dos oficiais portugueses, e esses recusando-se a aceitar as ordens do Príncipe Regente D. Pedro. Em 9 de dezembro de 1.821, D. Pedro recebeu decretos das Cortes portuguesas extinguindo a Regência e o governo do Brasil, com ordens de Portugal para que retornasse imediatamente à Corte, determinando ainda o fechamento de tribunais e departamentos administrativos.
A onda de indignação dos brasileiros foi notória. José Bonifácio de Andrada e Silva, enviou uma carta a D. Pedro, criticando duramente a decisão das Cortes de Lisboa e chamando a sua atenção para o importante papel reservado ao Príncipe nesse momento de crise.
Magistrados ameaçados
em seus empregos e favoráveis à independência influenciaram pessoas na imprensa
e em cargos políticos, os jornais se pronunciaram, cartas e abaixo-assinados
chegaram de diversos pontos do País, pedindo a permanência do
Príncipe Regente no Brasil, e em 9 de janeiro de 1.822,
D. Pedro protagonizou o "Dia do Fico".
Após o Dia do Fico, D. Pedro deu início à formação das Forças Armadas brasileiras, com a contratação de mercenários para ajudar nas lutas de terra e mar, entre eles os ingleses Lorde Cochrane, John Taylor e John Grenfell; o francês Pedro Labatut e o português Carlos Lecor.
Em 28 de agosto de 1.822 chegaram ao Rio de Janeiro as Ordens de Maio, de Lisboa, para que D. Pedro demitisse todos seus ministros e colocasse no lugar homens escolhidos pelas Cortes Portuguesas. O Príncipe D. Pedro tinha viajado por Minas Gerais e São Paulo para manter o domínio político e a adesão firme para tornar o País independente, tendo convocado uma Constituinte Brasileira, separada das Cortes portuguesas. Seguia de Santos para São Paulo, quando, na manhã de 7 de setembro de 1.822, recebeu as ordens das Cortes portuguesas e uma carta de José Bonifácio.
Decidiu que havia chegado a hora e às margens do córrego Ipiranga, desembainhou a espada e exclamou: “É tempo! Laços fora! Independência ou morte!”. Estava proclamada a Independência do Brasil. Iniciou-se um novo País, o Brasil Império. Mais um novo sistema político, o 6º de nossa jovem história, estava em formação. Após o 7 de setembro, as lutas pela independência ocorreram onde a presença lusitana ainda era maior: Bahia, Grão-Pará, Maranhão e Cisplatina.
O núcleo de nossa Escola Naval foi formado pela Academia Real dos Guardas-Marinhas, trazida por D. João VI ao Brasil, em uma das naus, a Conde D. Henrique. A Marinha Brasileira nasceu com a Independência, de uma modesta esquadra de alto-mar, com as unidades que pode conseguir. A oficialidade teve de ser recrutada em grande parte no estrangeiro, principalmente na Inglaterra e na França.
O seu primeiro Comandante foi o Lorde Thomas Alexander Cochrane, nomeado Almirante da Armada Brasileira, içando seu pavilhão na Nau Pedro I, com 74 bocas de fogo. O Lorde Cochrane se distinguira como Comandante-em-Chefe da Esquadra Chilena, na guerra de libertação do Chile e do Peru (1.817/22), e residia em Valparaíso. Foram aproveitados diversos órgãos criados por D. João VI, como a Secretaria da Marinha, o Quartel-General, a Intendência e Contadoria, o Arsenal, o Hospital, a Auditoria, o Conselho Supremo Militar, a Fábrica de Pólvora, etc. O primeiro Ministro da Marinha, nomeado por D. Pedro I, em outubro de 1.822, foi o Capitão-de-Mar-e-Guerra Luís da Cunha Moreira.
Na Bahia a luta pela Independência veio antes da brasileira. A população da Bahia dividiu-se, com o aumento dos conflitos entre brasileiros e portugueses, contra e a favor da recolonização, respectivamente. A partir de 14 de fevereiro de 1.822, a cidade virou um grande campo de batalha, e após cinco dias de combate, os portugueses retomaram o controle de Salvador, enquanto os brasileiros se refugiaram na região do Recôncavo Baiano. As tropas portuguesas receberam o reforço de aproximadamente 2.500 homens, vindos de Portugal, e elementos da Divisão Auxiliadora, que se retirou do Rio de Janeiro, após o Dia do Fico.
Organizaram-se os batalhões patrióticos, formados por combatentes da capital e do interior da Bahia, onde se destacou a baiana Maria Quitéria, que lutando corajosamente, contra o machismo e contra os portugueses, obteve o posto de cadete e a comenda da Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul, das mãos do Imperador. Em 22 de setembro de 1.822, os brasileiros, na vila de Cachoeira, distante 120 Km de Salvador, declararam D. Pedro como Regente Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil, e instalaram um governo paralelo.
Em abril de 1.823, Lorde Cochrane zarpou com a esquadra brasileira, com as fragatas Piranga e Niterói, brigues Real Pedro e Guarani, Corvetas Maria da Glória e Liberal, em sua primeira missão, de apoiar o General Labatut, na luta contra os portugueses na Bahia. Com a chegadas das tropas enviadas por D. Pedro, comandadas pelo General Labatut e pelo Almirante Lorde Cochrane, a cidade de Salvador foi cercada, e em 2 de julho de 1.823, o general Madeira de Melo entregou sua rendição.
A esquadra portuguesa abandonou a Bahia em 1º de julho, seguindo para o Maranhão, e foi perseguida pela Esquadra brasileira, que evitou o desembarque no Maranhão, e aprisionou a Fragata Grão-Pará e mais 4 navios. A perseguição continuou e a Esquadra portuguesa só conseguiu chegar a Lisboa com 13 dos 70 navios (60 eram mercantes comboiados).
A Província do Maranhão, com forte presença de portugueses, se colocou contrária à Independência do Brasil, mas os brasileiros foram conquistando o apoio de várias cidades e povoados maranhenses, e os portugueses acabaram ficando isolados. Com a chegada da frota comandada por Lorde Cochrane, este conseguiu desembarcar seus homens e aprisionou alguns chefes militares portugueses, conquistando o controle da cidade, e incorporando o Maranhão ao Império, no final de agosto de 1.823.
Na Província do Grão-Pará também ocorreu a mesma reação: os brasileiros contra e portugueses a favor das decisões das Cortes de recolonizar o país. A partir de 1º de março de 1.823 tiveram início os primeiros combates, com reação violenta por parte das tropas portuguesas, com a morte de várias pessoas, muitos feridos e 267 presos. Em abril de 1.823, o Brigadeiro José Maria de Moura chegou de Portugal para governar a província.
Em agosto de 1.823, D. Pedro I, após ter anunciado que uma grande esquadra estaria chegando à Belém, enviou um navio comandado por Grenfell, que não encontrou qualquer resistência por parte dos portugueses, e a Província de Grão-Pará foi incorporada ao Império do Brasil, em 12 de outubro de 1.823, mais de um ano após a Independência do Brasil.
Cochrane libertou quase um terço do atual território brasileiro, e por isso, foi nomeado Marquês do Maranhão por D. Pedro I. Nesse mesmo tempo, o General Frederico Lecor, Barão de Laguna, forçou as tropas portuguesas, que ocupavam Montevidéu, Capital da Província Cisplatina, a embarcarem para a Europa.
Hoje, em 19 de abril de 2021, o Brasil deixou de
ser um País livre e democrático, e tem sua Unidade
Federativa dos Estados (ainda funcionando como Capitanias
Hereditárias) em torno de uma Republica totalmente destruída,
em fase de perecimento de um País chamado Brasil,
dependendo da ação de suas Forças Armadas,
a favor do Povo e da Pátria, declararem
um nova Independência do Brasil, intervindo
em todo o País e regenerando a Constituição
e as leis e criando um Novo Sistema político
e Organizacional.
(Texto produzido com dados extraídos do Livro Evolução
Cidadã).
Euro Brasílico Vieira Magalhães - Ten. Cel.
Ref. FAB, Professor e autor do Livro EVOLUÇÃO CIDADÃ, editado em 2015 – All
Print Editora, 584 páginas, edição colorida, onde é apresentada a POLÍTICA
através da HISTÓRIA do Planeta e da Raça Humana e uma PROPOSTA completa de um
NOVO SISTEMA POLÍTICO e ORGANIZACIONAL para o BRASIL, em que se VALORIZA os
CIDADÃOS, as CIDADES e se DIMINUI o TAMANHO e o PODER do ESTADO, bem como se
propõe os MECANISMOS mais efetivos para FREAR e LIMITAR os poderes dos
governantes.
eurobvm@gmail.com
Parabéns !!!
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